quinta-feira, 30 de junho de 2011

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together

'Cause I can forget about myself
Trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender (Janta- Marcelo camelo).

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aii eu to tão feliz que eu nao perdi o meu blog, droga de GOOGLE, voces sao muito chatos.

sábado, 19 de março de 2011

Humildade

É muito engraçado quando a gente descobre que algumas pessoas viram mesquinhas, grossas, ignorantes, bobinhas...Não abrem o olho, melhor dizendo sao burras pra vida.Eu conheci uma pessoa assim, uma pessoa que não vive, que não ama, que não vira uma pessoa madura, é muito triste ver uma pessoa dessa forma, uma pessoa que faz as mesmas piadas e que se sente melhor do que os outros, depois que eu sai de São Bernardo do Campo foi a melhor coisa que eu fiz, e quando parei pra pensar nisso, sinceramente? Ainda bem que eu fiz isso, tenho motivos pra dizer isso, Vou ter um diploma, tenho uma casa, logo mais estarei com um carro, tenho conteúdo, uma boa condição financeira...e o maior de todos eles? eu tenho HUMILDADE e amor pelas pessoas.Para essas pessoas que são assim, eu digo para terem sorte na vida, porque merecem muito, e melhor dizendo evoluam ,porque a vida é daqueles que acompanharam um ritmo que a sociedade permitiu.
Seja humilde baby,voce jamais vai ser a última bolacha do pacote, ainda mais sendo uma pessoa tão pobre de espírito.

C Chaplin ♥

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre de espírito. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos ,que na verdade somente tenho um.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei,como sempre falho. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

quinta-feira, 10 de março de 2011

*--*

Somente feliz..n tenho mais declarações a dar neste momento u.u

Ahhhhhhhhhh Morre diabo -q euein. u.u

kk


Vaaaaamo que deus ajuda quem cedo madruga!
Eu nao quero te encontrar!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pensamentos 13/02 Am para Segunda 14/02 .

É muito dificil sair textos da minha boca,ainda mais quando nao estou inspirada,na verdade não sei o que realmente dizer agora...Acho que estou triste de uma forma, Na verdade preocupação poderia ser a melhor palavra, nunca vou me intender e adoraria saber fazer isso.
Acho que prefiro ler textos bonitos ,do tipo respostas para as coisas...Eu estou em uma fase que eu realmente nao sei distinguir no momento.Somente sei, o que quero, mas sei o que nao quero suportar.Meus últimos meses estão sendo um pouco diferentes, não tenho nada pra fazer,minha personalidade muda constantemente, minhas aulas começam dia 15 na faculdade, vou conhecer pessoas novas, ver novos rostos, novas mascaras e personagens.
Acho que preciso de algo que me deixe muito feliz, e faça eu me sentir menos sozinha e triste, na verdade nao sei nem o que estou dizendo.

Quer saber? Tenha uma boa noite.
Esse sentimento estava me invadindo na solidão das 02:06 da am.
Um dia Ame, como se ninguém nunca houvesse feito sofrer... Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro... Dance, como se ninguém estivesse olhando... Cante, como se ninguém estivesse ouvindo... Viva, como se fosse no paraíso!
Curta o que a de melhor a vida lhe oferece com toda intensidade, como se fosse o último dia de sua vida... A vida muitas vezes é curta, mas mesmo assim seu caminho é longo com as pessoas que te amam. Nela aprendemos a sorrir, chorar, amar, sofrer e a renascer, para amanhecer e termos um lindo dia... Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje...o ontem já passou... E o amanhã... Talvez não chegue...

Vida






Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amada, mas também já fui rejeitada,
Já fui amada e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... ...tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E
A VIDA É MUITO
para ser insignificante.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Vida

Ultimamente me sinto tão feliz,o mundo esta ao meu favor , e sabe de uma coisa?
eu amo quando ele esta de bom humor para mim ♥